Maio 15, 2009 | Sem categoria | por Helder Encarnação
Li hoje no sítio da Internet do jornal Destak um artigo bastante esclarecedor intitulado Maioria dos portugueses nunca foi ao dermatologista. O texto, após efectuar uma incisiva e preocupante abordagem em relação ao forte impacto psicológico que os problemas cutâneos provocam a quem padece de doenças do maior órgão do corpo humano, refere números preocupantes que traduzem um descuido incrível da parte das pessoas.
Eis um pequeno excerto do artigo supracitado, que não poderá perder:
[...] 77% dos cidadãos nacionais nunca consultaram um especialista no tema e poucos dos que já o fizeram – 3% – procuram um dermatologista uma ou mais vezes por ano.
Isto apesar de, confirmam as estatísticas, as doenças cutâneas surgirem como a terceira patologia com maior índice de suicídios. «É actualmente reconhecida cientificamente a estreita relação entre a pele e a mente», explica Catarina Severiano, psicóloga no Hospital de Torres Vedras. «É através dela que nos relacionamos intimamente com o outro, logo é através dela que, muitas vezes, exteriorizamos o que sentimos e que, por vezes, dificilmente verbalizamos.» [...]
São os homens e as pessoas com mais idade os que menos pensam na saúde da pele. Os dados das entrevistas a 500 pessoas, realizadas pela ACNielsen, a que o Destak teve acesso, dão conta desse desleixo: 21% dos homens lusos não têm qualquer tipo de cuidados diários com a pele e 63% confessam nunca usar produtos para hidratar a pele, ao contrário das mulheres e dos jovens, que tendem a usar mais cremes adequados ao seu tipo de pele.
No entanto, a pele precisa de rotinas de higiene e hidratação diárias. «Quanto mais flexível, elástica e hidratada estiver, menos ela descama e fica irritada», afirma a dermatologista Leonor Girão. [...]
Embora 64% dos lusos reconheçam a incapacidade em identificar problemas de pele, 57% destacam o melanoma como o problema cutâneo mais preocupante. A acne ocupa a quinta posição (17%), sendo a celulite (8%) mais valorizada que a psoríase (3%), uma doença com gravidade variável, que afecta 250 mil pessoas no nosso país. [...]
Abril 30, 2009 | Sem categoria | por Humberto Martins
Este é um guest post de Humberto Martins
Exmos. antes de mais quero agradecer o facto de se mostrarem interessados em divulgar a minha situação que espero possa ajudar outros em situações semelhantes.
Tenho 41 anos e de alguns anos a esta parte os sintomas de psoríase no couro cabeludo tem-se agravado, noto na minha situação que o factor de stress como o sistema nervoso ajudam e de que maneira a agravar a situação, chegando ao ponto de desespero que só apetece esgravatar a cabeça toda, nem os cremes gordos que aplicava na cabeça nem o lavar da mesma duas a três vezes por dia conseguia fazer passar esta loucura.
Numa das minhas buscas pela Net acabei por ir parar a fóruns e blogues Brasileiros onde pacientes davam conta do seu testemunho tanto de médicos como de medicamentos, onde sobressaiu este que acabei por mandar vir do Brasil e logo nas primeiras aplicações notei uma diferença para melhor.
Primeiro, aquela sensação de ir coçar desapareceu.
Segundo, basta lavar aquando da aplicação do produto.
Terceiro, não noto o escamar do couro cabeludo que se faz sentir no colarinho da roupa.
Quarto, deu-me nova esperança e autoconfiança em lidar com esta doença.
Sei que varia de caso para caso mas julgo que não custa tentar, este produto é da Galderma, que tem representante em Portugal mas este shampoo o CLOB-X à base de Propionato de Clobetasol ainda não é comercializado cá em Portugal.
Como todo o medicamento julgo que devem consultar a opinião do vosso médico, no meu caso o desespero levou-me a actuar imediatamente e não estou arrependido, através de amigos Brasileiros que se deslocaram-se ao seu país de férias aproveitei a boleia e pedi o favor de me trazerem duas embalagens.
Elas são compostas por 118 ml. cada de um gel tópico em que é aplicado uma camada fina no couro cabeludo na zona afectada deixando actuar durante 15 minutos, passando depois por água abundantemente.
Este tratamento é de quatro semanas mas em mim foi quase imediato, sinceramente depois de tantos shampoos e cremes, encontrei meu pequeno milagre neste produto, é triste só existir por enquanto no Brasil ele é fabricado nos E.U.A. por DPT Laboratories, Ltd. San Antonio, Texas e importado e distribuído pela Galderma Brasil.
Espero que meu testemunho sirva para ajudar quem precisa.
Muito obrigado.
Humberto Martins
Portugal-Cascais
Este é um guest post de Humberto Martins
Abril 15, 2009 | Sem categoria | por Helder Encarnação
Li hoje no sítio da Internet Segs – Portal Nacional um artigo bastante esclarecedor intitulado Doenças de Pele – Inimigo Nada Oculto. O texto, após efectuar uma pequena abordagem em relação ao forte impacto psicológico que a psoríase provoca a quem padece da doença, aflora uma forma de tratamento da mesma, tendo por base as radiações electromagnéticas de um laser: o XTRAC. Produzido pela empresa norte-americana PhotoMedex, o XTRAC vem assumindo uma importância crescente no tratamento da psoríase.
Eis um pequeno excerto do artigo supracitado, que não poderá perder:
[...] Uma solução que tem sido bastante utilizada atualmente é o laser Excimer, também conhecido como XTrac,. Indicado principalmente para lesões menores e localizadas, o laser é rápido, indolor, não apresenta queimaduras e os resultados têm se mostrado bastante satisfatórios.
“A técnica consiste na aplicação do laser nas células inflamatórias, chamadas de linfócitos T, presentes na pele alterada, que resultam no aparecimento das lesões”, esclarece a dermatologista Patrícia Ávila Fabrini. “No caso da psoríase, por exemplo, pode haver remissão de até dois anos e, em pacientes com vitiligo, as lesões podem pigmentar definitivamente. Mas o principal é o fato de as lesões não voltarem a aparecer”, completa a dermatologista. O número de sessões necessárias para que se tenha um resultado satisfatório varia de acordo com o paciente.
O XTrac é o mesmo laser utilizado em cirurgias de correção da miopia e não apresenta efeitos colaterais ou contra-indicações ao tratamento. Até então, no Brasil, os tratamentos existentes se resumiam a combinações de medicamentos diversos, conjugados com exposição a raios ultravioleta, ou à aplicação tópica de corticóides, variando de acordo com a proporção das lesões. [...]
Março 31, 2009 | Sem categoria | por Helder Encarnação
Já vimos neste espaço a relação entre tabaco e psoríase. Hoje será abordada a relação entre o excesso no consumo de álcool e esta doença de pele.
As consequências negativas da exagerada ingestão de álcool já foram debatidas imensas vezes. É incontestável que o alcoolismo concita o aparecimento de várias complicações de saúde e multiplica a manifestação de outros problemas clínicos. O pertinente artigo Alcoolismo e pele, publicado no Guia da Semana, debate, em conjunto com outras questões, a relação entre o consumo de álcool e a psoríase. A não perder. Eis um pequeno excerto:
[...] Mas há novos indicadores de alcoolismo, mesmo com consumo não tão abusivo. Pele muito oleosa no centro do rosto, eczemas, descamações na testa, sobrancelhas, couro cabeludo (caspa) cantos do nariz (configurando a dermatite seborreica), pertencem a esse grupo.Também podem aparecer algumas formas de psoríase, com descamações resistentes em joelhos e cotovelos, eczema numular com manchas descamativas arredondadas, espalhadas pelo corpo, e as púrpuras, manchas cor de vinho em braços e pernas. [...]
Março 15, 2009 | Sem categoria | por Helder Encarnação
No artigo Psoríase do couro cabeludo foi abordada uma dúvida que é muito comum: como distinguir a vulgar caspa da psoríase? Esta questão faz com o tratamento da psoríase do couro cabeludo seja mais dificultado pelo facto de frequentemente ser confundida com caspa.
Tal como referido, é até simples distinguir os dois problemas. Para saber mais, leia o artigo supra referido.
Uma pequena introdução para um artigo muito interessante que li no sítio da Terra. O texto esclarece onze dúvidas sobre a caspa. A não perder. Muitos dos pontos focados podem ser relacionados com a psoríase.
Atente-se num deles:
[...] 3. Momentos de estresse costumam piorar a descamação?
Sim. Principalmente quando a caspa é decorrente dos problemas relacionados à oleosidade e à descamação do couro cabeludo proveniente da psoríase (doença inflamatória da pele, crônica e relacionada à transmissão genética).[...]
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