Quem sofre de psoríase sente, além das próprias lesões a nível físico, o enorme impacto psicológico que a doença traz consigo.

Recordo um post trazido cá há tempos, que falava de um estudo de avaliação dos efeitos emocionais da psoríase nos doentes, levado a cabo pela Datamédica, em parceria com a PSOPortugal, Associação Portuguesa da Psoríase. Tratou-se do primeiro estudo sociológico sobre a psoríase em Portugal, auscultando o impacto do problema em 150 doentes com psoríase.

Lembrei-me deste artigo pois acabo de ler, na matéria «80% das formas de psoríase são do tipo leve ou moderado» publicado no Portal Fator Brasil o seguinte:

«[...] A psoríase é uma enfermidade crônica inflamatória, não contagiosa, que afeta a pele, couro cabeludo, unhas e mucosas e atinge cerca 190 milhões de pessoas no mundo (2 a 3% da população) e por volta de 3 milhões somente no Brasil. Porém, estima-se que somente 5% dos pacientes estejam em tratamento.»

Repare-se: 5%. É o que costumo dizer: a psoríase é de tal modo incomodativa que só queremos esquecer que ela existe.